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Side B


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(Source: carol-maia)

Carta pra quando você voltar (ou carta a mim mesmo). « Entre todas as coisas

“(…) Sentia vontade de chorar, mas não saia lágrima alguma. Era só uma espécie de tristeza, de náusea, uma mistura de uma com a outra, não existe nada pior. Acho que você sabe o que quero dizer, todo mundo, volta e meia, passa por isso, só que comigo é muito freqüente, acontece demais.”

- Charles Bukowski.  (via re-mar-amar)

(Source: obsessao-urbanoide)

“Ideia de felicidade: A mente quieta e o coração tranquilo.”

- Humberto Gessinger. (via regalar)

(Source: heyonmyown)

“Tomara que os nossos enganos mais devastadores não nos roubem o entusiasmo para semear de novo. Que a lembrança dos pés feridos quando, valentes, descalçamos os sentimentos, não nos tire a coragem da confiança. Que sempre que doer muito, os cansaços da gente encontrem um lugar de paz para descansar na varanda mais calma da nossa mente. Que o medo exista, porque ele existe, mas que não tenha tamanho para ceifar o nosso amor.”

- Ana Jácomo. (via regalar)

(Source: flor-azul)


(Source: xoxobigcitydreamsoxox)

“O mundo precisa de sorrisos, precisa de amor, mas da forma antiga sabe? Daqueles que vem do fundo do coração.”

- O Contador (via contadordedecepcoes)


“No fundo sou sozinha. Há verdades que nem a Deus eu contei. E nem a mim mesma. Sou um segredo fechado a sete chaves. Por favor me poupe. Estou tão só. Eu e meus rituais. O telefone não toca. Dói. Mas é Deus que me poupa.”

- Clarice Lispector   (via subsistir)

(Source: c-a-n-a-r-i-o)

“Faltas e ausências me angustiam. E a angústia me fez entender que as coisas sempre são difíceis em minha vida, chegando pela metade, tentando ser inteiro em mim. Ando cercada de pessoas monótonas, semanas cheias de monotonias. Parando no meio do caminho, precisando seguir na estrada. Com a estrada sendo longa, e vendo a vida passar num fio, ainda pior, passar por mim. Quem quiser que se junte a esse fio, e passe rápido. Sem brandura.
Num lamento sem fim. Perdi o fio da meada, pretendia voltar ao início, sem sucesso. Não quero perder o amor de vista, nem quero que o amor me perca de vista. O sol já vai nascer, talvez seja isso que ainda sustente as cortinas caindo, o sofá quebrado, o fogão sujo, e as paredes (coração) com rachaduras. Quando a noite vem, sinto meu corpo congelar, sinto meus dedos ficarem sem movimento, os sentidos perdem a forma e a razão. Não sinto as emoções. Até o deitar congelante entre as cobertas. Até o frio pegajoso em meus pés. Com o chão gelado, esperando o toque dos meus pés - ainda congelantes. O espelho esperando o meu reflexo, com os cabelos bagunçados, o pijama amarrotado. O silêncio no escuro do quarto. Senti a ausência aprofundando, as vozes fazendo barulho no silêncio. O que eu poderia fazer com a turbulência em alta, o som que não cessava, mas eu não fazia a mínima noção do que estava sendo falado?
Também existem esses momentos de querer solidão, de querer paz em meio multidão. Também existe o momento em que a tristeza quer se transformar em felicidade, mesmo sem motivos. Quer ser fininha, e baixa. Pra que ninguém possa ouvir. Existe o momento da saudade, transbordando no olhar, sem saber aonde ir e quando vai parar. Mas, nunca para, não é?”

- Clara Corte (via claracorte)

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